A Profecia Celestina
Enviado por Quinta, Janeiro 08 @ 14:03:23 CET por 444444webmaster |
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smorgado escreve "James redfield, bestseller nos Estados Unidos, autor de "A Profecia Celestina", "A Décima Visão" e o "Segredo de Shambhala" e sua mulher Salle Merril Redfield autora de "Descobrindo a alegria de viver", mostram que não é preciso usar longas túnicas ou acender incensos para falar sobre espiritualidade e Nova Era.
A "Profecia Celestina" desvenda, por meio de aventuras nas florestas do Perú, as considerações do autor sobre os conceitos de espiritualidade dos novos tempos. Partindo do princípio de que o interesse por assuntos espirituais cresce no mundo inteiro, ele tece possíveis explicações para o facto e - mais importante - dá algumas dicas de como agir nesses tempos.
Porquê este interesse geral em entender os mistérios da vida, se há 10 ou 15 anos pouco se falava nisso?
James responde à pergunta na sequência: "Uma nova consciência espiritual está emergindo. A renascença da espiritualidade está ocorrendo em todas as culturas, todas as línguas. É uma experiência que está transformando o mundo. O que precisamos fazer é colocar em prática essa nova cultura e aprender a viver nela", disse. Como era de se esperar a questão seguinte foi: "mas como fazer isso?" A partir das dúvidas que pairavam nas mentes da maioria das pessoas ali reunidas, Redfield foi "resolvendo" as interrogações em tópicos.
1. O primeiro passo, segundo ele, para viver melhor nessa nova realidade é PERCEBER AS SINCRONICIDADES. Noutras palavras, distinguir as coincidências e saber que tudo o que acontece nas nossas vidas não é fruto do acaso. Quantos de nós acordam pensando num amigo e ele telefona? Isso é justamente sincronicidade. Resumindo, sempre que precisa de algo, isso vem ao seu encontro.
"É preciso desenvolver a percepção de que existe uma força maior e um destino que orienta as nossas vidas. Ou então, qual seria o propósito desses factos acontecerem?", pergunta ele. Por exemplo, você está a fazer compras no centro comercial, encontra uma pessoa, os seus olhares cruzam-se e depois na fila do cinema, vocês encontram-se novamente. Os olhares cruzam-se, vocês não dão atenção e, depois do filme, no balcão do café novamente, por uma simples coincidência - pensaria você -, lá estão vocês de novo juntos. O que para a maioria das pessoas seria apenas mais uma grande coincidência, segundo Redfield, é algo que precisa ser comunicado entre essas duas pessoas.
É necessário vencer a timidez e o medo de se aproximar, pois uma conversa com a tal pessoa pode ser reveladora. Depois que você já se deu conta dessas sincronicidades, o autor alerta para a importância delas nas nossas vidas. Mais do que isso, é bom prestar atenção e levá-las a sério. Afinal, alguém na rua ou no autocarro pode ter uma mensagem para si.
2. A essa altura, é difícil pensar em não perder oportunidades, sem passar por louco diante das pessoas que ainda não se sintonizaram com as sincronicidades. Mas, de acordo com Redfield, o segundo passo trata justamente de APRENDER A LIDAR COM OS CÉPTICOS - aqueles que estarão sempre prontos a negar as sincronicidades e considerá-las idiotices.
Aprendemos a ter sempre uma explicação científica para tudo e tendemos a negar o que parece místico. A prova está na experiência, não nas evidências. Aliás, até hoje a ciência falhou em dar uma porção de respostas. É preciso ter a consciência de que estamos vivendo uma nova visão. Se formos muito cépticos e buscarmos sempre uma explicação racional, não poderemos viver esse momento plenamente", explica James Redfield. Em vez de ficar supondo o que as pessoas podem pensar, é melhor arriscar.
3. O conceito seguinte é o de que não vivemos num mundo material, mas subtil e, como consequência, o nosso corpo não é apenas matéria, mas também energia. Segundo Redfield, essa lição diz respeito, principalmente, a entender que VIVEMOS NUM MUNDO ENERGÉTICO DINÂMICO. Portanto, temos que ser conscientes dessas energias - muito mais importante do que vê-las é perceber e sentir o seu fluxo. "Os humanos têm à sua volta um campo energético e, de acordo com a sua intenção, esse campo altera-se", conta.
Ele exemplifica: quando duas pessoas se olham e uma delas sente uma sensação gostosa, como se fosse um banho de energia, ela se sente bem, inchada, mas o outro fica murcho. Quantas vezes não sentimos isso? Quem não conhece aquele chefe que usa o seu funcionário para se sentir mais poderoso?
A esses casos, Redfield dá o nome de LUTAS DE PODER PELA ENERGIA. "Não há motivo para se envolver com elas. Se estiver com alguém que quer roubar a sua energia é porque essa pessoa não tem o suficiente. Isso explica, inclusive, toda a violência no mundo. As pessoas querem dominar umas às outras e, para isso, roubam energia. Para se prevenir dessas lutas de poder, o melhor remédio é dar mais do que elas querem roubar", diz o autor.
Na teoria pode parecer fácil, mas na prática há dias em que isso se torna uma tarefa muito difícil, portanto, a pergunta continua a mesma: como dar mais energia do que o pretendido por outras pessoas?
4. A resposta é o próximo passo ensinado por Redfield: ENCONTRAR A FONTE DE ENERGIA QUE ESTÁ DENTRO DE CADA UM para que se possa dar mais energia para os outros, sem que eles precisem nos roubar. Traduzindo: você já teve uma gostosa sensação de grandeza, como se estivesse flutuando, cheio de energia? Para se sentir assim e ficar longe das lutas de poder, Redfield afirma que toda a energia gerada pelo corpo vem, primeiramente, da alimentação. Portanto, a dieta, que, segundo ele, deve ser composta em 80% de vegetais e alimentos crus, tem um papel muito importante para quem quer se abastecer de energia.
Ainda para se energizar, o autor ensina que é preciso estar imerso num senso de bem estar, alegria e amor. Mas não o amor por outra pessoa e sim aquele que faz você levantar de manhã se sentindo melhor. É assim que, em vez de dar um chuto no cão, você pode dar um alegre bom dia para o período que se inicia. São acções que partem, na opinião de Redfield, de se conseguir uma nova relação consigo. O caminho é aprender a se conhecer melhor para descobrir uma pessoa inteligente e intuitiva. "A intuição é o que encontramos quando promovemos essa abertura. Seguindo a intuição, podemos encontrar o Eu Superior. Quando acontece tudo isso, as sincronicidades se dão cada vez com mais frequência e as nossas vidas tornam-se mágicas", afirma.
5. MAS O QUE NOS IMPEDE DE ENCONTRAR O NOSSO EU SUPERIOR?
Redfield conta que para descobrir a verdadeira essência, devemos nos conhecer melhor, saber quais são os nossos hábitos, ter abertura para que possamos nos ver como realmente somos.
Nesse momento, Salle Merrill Rdfield entra em cena. com muita doçura e simpatia, ela faz um rápido exercício de meditação com a platéia. Salle completa que manter uma atitude positiva perante a vida também é fundamental para encontrar o eu Superior e a alegria. É esse, aliás, o tema do seu livro.
6. Redfield volta à cena, associando o encontro do eu Superior com A DESCOBERTA DA VERDADEIRA MISSÃO DE VIDA, o anseio da maioria de nós. "Não precisamos pensar em grandes obras como missão de vida. Uma das maneiras seria analisar o que fazemos dia a dia para as pessoas que cruzam o nosso caminho: os filhos, os netos, o filho do vizinho, o companheiro de trabalho. É um processo, uma intuição que chega", diz.
Outra dica: o autor ensina a olhar para a nossa história de vida. Porque cresci assim? Porque tive estes amigos? Porque consegui estes empregos? Havia um propósito. O que acontecerá se olharmos para a nossa vida sob o ponto de vista da sincronicidade? A mensagem final é que, em busca da missão de vida, as pessoas têm certeza de que a existência não é feita de simples coincidências.
Artigo publicado na Revista Bons Fluidos, referente a um dos workshops de Redfield.
Conheça ainda o site de James Redfield...
http://www.celestinevision.com/main.html"
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